Coral

Madracis decactis

Você sabia que a Ilha da Queimada possui uma espécie de coral que até pouco tempo atrás, só se se imaginavam existir em Abrolhos? Ninguém poderia imaginar que esse coral, típico de águas quentes, estaria presente e ambientando em águas frias como as do litoral do sudeste brasileiro e ainda mais, num conhecido ponto de mergulho, que é a Queimada Grande. Estamos falando de um tesouro biológico único: um recife de corais de 75 mil metros quadrados, também formado por uma única espécie, chamada Madracis decactis, com milhares de anos de idade (pesquisas recentes apontam 5000 anos), e povoado por uma grande diversidade de organismos marinhos.

Esse recife de coral está muito próximo ao ponto de mergulho mais famoso da Queimada Grande, que é o Naufrágio Tocantins e, talvez esse seja um dos motivos dele ter passado desapercebido até meados de 2015. Além disso, estamos falando de um coral de formação discreta: quando visto de cima, coberto de rodolitos (nódulos de alga calcária, de tons avermelhados), pensa se tratar apenas de uma faixa de areia rugosa.

Quando os biólogos notaram algumas paredes laterais expostas das estruturas internas, foi possível identificar o esqueleto do coral Madracis decactis. E melhor: comprovaram a existência de colônias vivas dele despontando por entre os rodolitos – uma aqui, outra acolá. Para melhor identificação, o coral é o redondinho, de cor verde parda.

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